UFSC » Tecnologias Inclusivas e Inovação Social
Desenvolver projetos de inovação tecnológica para a inclusão social

Projeto Tecnologias Sociais para a Gestão da Água (TSGA)
Publicado em 25/04/2017 às 23:52

No dia 5 de maio será entregue o prédio do Centro de Tecnologias Sociais para Gestão da Água (Cetragua), construído no Campus Florianópolis da UFSC. A construção do Centro faz parte das ações do Projeto Tecnologias Sociais para a Gestão da Água (TSGA)desenvolvido em duas etapas (2007- 2009 e 2013 a 2017) com o objetivo de fortalecer o uso sustentável da água. O projeto foi patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental e executado pela UFSC, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que em conjunto com parceiros de comunidades da área rural catarinense, investiram suas experiências no desenvolvimento de ciência, tecnologia e cidadania para a melhor gestão social dos recursos hídricos.

O Cetragua abre a perspectiva para o desenvolvimento de novos projetos envolvendo atividades de pesquisa, extensão e ensino em uma dinâmica participativa, integradora, cooperativa e colaborativa, buscando agregar pessoas e instituições com o objetivo comum de promover a gestão sustentável da água.

A edificação foi projetada considerando princípios de sustentabilidade ambiental com implantação de estruturas para aproveitamento de água da chuva, telhado verde, sistemas de iluminação e ventilação com baixo impacto energético e materiais construtivos alternativos. O seu projeto recebeu o certificado Procel/Anell de Eficiência Energética.

http://noticias.ufsc.br/2017/04/construcao-do-centro-de-tecnologias-sociais-para-gestao-da-agua-faz-parte-de-projeto-da-ufsc/

http://tsga.ufsc.br/

Webinar: Social Enterprise and Women’s Empowerment
Publicado em 01/04/2017 às 19:44

  • Saiba mais sobre as correlações entre negócios sociais e empoderamento feminino neste webinar realizado pela Aspen Network of Development Entrepreneurs (ANDE) em parceria com o British Council. Serão debatidos temas como: Por que as mulheres estão escolhendo os negócios sociais? Os negócios sociais são uma plataforma eficaz para o empoderamento feminino? As mulheres têm acesso igualitário aos recursos necessários para desenvolver negócios sociais? Até que ponto os negócios sociais desafiam ou reforçam estereótipos de gênero? Os negócios sociais estão promovendo uma mudança de percepção e comportamento dos homens em relação às mulheres? Na ocasião, também serão apresentados os resultados preliminares de uma nova pesquisa sobre o tema comissionada pelo British Council, com foco no Reino Unido, Brasil, Estados Unidos, Índia e Paquistão. Aproveite esta oportunidade e participe! A inscrição no webinar é gratuita. Todo o evento será realizado em inglês, sem tradução.
  • https://www.britishcouncil.org.br/events/webinar-social-enterprise-womens-empowerment

Jovem mulher negra com cabelos trançados e coloridos sorri enquanto trabalha em seu notebook. Foto: Mat Wright/British Council.

Site conecta brasileiros com imigrantes
Publicado em 25/03/2017 às 16:43

http://conectados.cc/

http://g1.globo.com/mundo/noticia/site-conecta-brasileiros-com-imigrantes-que-oferecem-aulas-de-idiomas-danca-comida-tipica-e-outros-servicos-em-sp.ghtml

Francês, espanhol, percussão, dança árabe, bonecas africanas, música congolesa, artesanato boliviano, doces sírios, comida haitiana… Imigrantes que chegam ao Brasil trazem na bagagem conhecimentos que podem render um rico intercâmbio cultural com quem mora aqui.

Um site recém-lançado reuniu o perfil de mais de 100 deles, vindos de 19 países diferentes e com domínio de idiomas, culinária e habilidades artísticas, para conectá-los com brasileiros que queiram contratar seus produtos e serviços.

O site Conectados, que reúne o perfil de mais de cem imigrantes, é dividido em sessões como Dança, Culinária, Música e Pintura (Foto: Reprodução/conectados.cc)

O site Conectados, que reúne o perfil de mais de cem imigrantes, é dividido em sessões como Dança, Culinária, Música e Pintura (Foto: Reprodução/conectados.cc)

A plataforma, chamada Conectados, foi criada em conjunto por duas ONGs brasileiras: a Bela Rua e a Conexão Cultural. “Víamos o mundo se fechando cada vez mais para os imigrantes, tratando essa questão de forma muito ruim, e quisemos criar um projeto que incentivasse a troca entre eles e os brasileiros, algo que fosse bom para todos os lados. Essa diversidade é muito importante para a cidade”, afirma Juliana Barsi, diretora executiva da Bela Rua e uma das idealizadoras do projeto.

O site é focado em estrangeiros que vêm de países com alguma vulnerabilidade, seja social, econômica, política ou ambiental – o que inclui refugiados de guerra, mas não só eles.

Por enquanto, todos os serviços oferecidos são em São Paulo. Futuramente, a ideia é expandir para outras cidades brasileiras.

Cadastro gratuito

Muitos dos imigrantes cadastrados no site foram indicados por instituições que trabalham com esse público. Todos passaram por uma entrevista. Há desde pessoas que já empreendem no Brasil há algum tempo até outras que acabaram de chegar. A partir de agora, estrangeiros que queiram oferecer seus serviços pelo site devem entrar em contato pelo formulário que fica na parte de baixo do site.

Natural do Togo, Sassou Espoir Ametoglo dá aulas de dança africana e zumba em SP (Foto: Leticia Godoy/Divulgação/Conectados)

Natural do Togo, Sassou Espoir Ametoglo dá aulas de dança africana e zumba em SP (Foto: Leticia Godoy/Divulgação/Conectados)

Eles não pagam nada para serem incluídos, e a plataforma também não fica com nenhuma porcentagem do valor dos serviços ou produtos contratados. O interessado é colocado em contato diretamente com o profissional.

Segundo Barsi, o grupo busca patrocínio para, numa segunda fase, oferecer cursos de capacitação (em empreendedorismo, por exemplo) para os imigrantes cadastrados.

Ela diz que a aceitação inicial ao projeto, que foi ao ar há duas semanas, surpreendeu. “O site está tendo muitos acessos. Recebemos diariamente e-mails de pessoas que gostaram da plataforma, e alguns ‘conectados’ já têm recebido ligações de gente interessada nos serviços. O retorno está sendo melhor do que esperávamos”, afirma.

I Seminário DESIS: Vocações Regionais e Desenvolvimento Socioeconômico
Publicado em 18/03/2017 às 18:40

O Núcleo de Estudos para Desenvolvimento Econômico Sustentável e Inclusão Social (DESIS) em parceria com o Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (NECAT) convidam para o I Seminário DESIS: Vocações Regionais e Desenvolvimento Socioeconômico.

“on demand economy” – Economia Colaborativa
Publicado em 20/02/2017 às 19:32

http://tab.uol.com.br/mundo-compartilhado/#imagem-6

 

Economia Colaborativa

Edital Negócios Inclusivos e/ou Sociais
Publicado em 14/02/2017 às 19:31

http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/noticias/aberta-chamada-de-casos-de-negocios-de-impacto-social-incluir-2017,4f02016d56e1a510VgnVCM1000004c00210aRCRD

Inscrições ate 3 de abril de 2017

O Programa das Nacoes Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e o Sebrae convidam
empreendedores e potenciais empreendedores, rurais e urbanos, potenciais
empresarios, produtores rurais, MEI, micro e pequenas empresas a apresentar
suas ideias, casos e boas praticas em negocios inclusivos e/ou sociais.

O objetivo da chamada e mapear e reconhecer modelos de negocios comprometidos
com a geracao de impacto positivo para a sociedade e com a inclusao
socioeconomica de cidadas e cidadaos de menor renda.

Categorias:

Ideia Inovadora
Negocio com solucoes de impacto social
Negocio com solucoes de impacto ambiental(Positivo)
Negocio de impacto em Escala
Negocio inclusivo em Cadeia de Valor
Negocio Rural de Impacto

Ainda tera reconhecimento especial  para casos que tenham particular destaque
em temas relevantes :

Mulheres de Impacto
Juventude de Impacto
Solucoes para a Melhor Idade
Integracao dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável)

Mais informacoes em https:
//www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/noticias/aberta-chamada-de-casos-de-neg
ocios-de-impacto-social-incluir-2017,4f02016d56e1a510VgnVCM1000004c00210aRCRD

Inovação Humanitária
Publicado em 23/01/2017 às 14:29

http://www.elrha.org/hif/home/

Inovação social: a nova forma de resolver problemas difíceis
Publicado em 16/01/2017 às 20:02

https://www.publico.pt/2017/01/05/politica/noticia/inovacao-social-a-nova-forma-de-resolver-problemas-dificeis-1757131

 

Nos últimos anos, Portugal tem apostado na inovação social — sobretudo ao nível das empresas, das autarquias e do chamado terceiro sector — para resolver problemas que já não têm solução fácil através dos mecanismos tradicionais. Os subsídios não são a única resposta possível para a pobreza, o desemprego, a exclusão social ou o insucesso escolar, e é por isso que, até 2020, o Governo pretende investir 150 milhões de euros (fundos estruturais) para financiar estas soluções inovadoras, sem pôr em causa a função social do Estado.

Entre os exemplos de inovação que o Governo tem dado nas iniciativas organizadas sobre esta matéria há pelo menos cinco que vale a pena conhecer.

Um deles é a Academia de Código Junior, nascida em 2013, que tem como objectivo melhorar o sucesso escolar dos alunos do ensino básico, através da aprendizagem de programação informática. Além de alunos, esta empresa social também dá apoio a desempregados. É o primeiro título português de impacto social em Portugal (os títulos são uma espécie de acções negociadas numa bolsa especial, a Bolsa de Valores Sociais).

Outro é a plataforma digital Patiente Innovation que pretende criar uma rede de partilha à escala global em que os pacientes, e não só, partilham entre si inovações no tratamento de doenças raras.

Speak é mais um dos exemplos de inovação social que o Governo elogia. Em 2015, venceu o Big Impact Award por ter desenvolvido um modelo de inclusão de imigrantes através do ensino de línguas e cultura em cidades por todo o país.

Do Porto vem outra boa prática. Trata-se de Mundo a Sorrir (MaS), uma organização não-governamental criada por um jovem dentista do Porto que trabalha na área da prevenção e tratamento da saúde oral para jovens oriundos de situações económicas desfavorecidas. A MaS também tem protocolos com escolas e venceu o prémio de empreendedorismo social do INSEAD em 2014.

Finalmente, o quinto projecto merecedor de destaque (até mundial) chama-se ColorAdd e implicou a criação de uma espécie de código universal que transforma cores em símbolos, facilitando a inclusão social de daltónicos.

Portugal é líder europeu da inovação social e foi o primeiro país a candidatar projectos nesta área aos fundos estruturais. Quem o afirma é o comissário para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas, que ontem esteve reunido com a ministra da Presidência e Modernização Administrativa, em Lisboa. Juntos decidiram que Portugal vai receber, antes do final deste ano, uma conferência internacional para a Inovação Social, uma espécie de Web Summit para as questões sociais onde há lugar para startups, ONG, IPSS e todos os actores desta área.

 

“Decidimos hoje mesmo organizar uma grande conferência internacional sobre inovação social, a realizar em Portugal mais para o final deste ano, em que poderemos apresentar o que foi feito por cá, mas conhecer também outros exemplos do que está a ser feito, não só na Europa mas também noutras partes do mundo, e em que possamos estabelecer um programa de trabalhos para 2018, 2019 e 2020”, disse Carlos Moedas ao PÚBLICO no final do encontro.

A sintonia do antigo secretário de Estado de Passos Coelho com a ministra socialista neste ponto não podia ser maior. “Já somos a casa da Web Summit, queremos ser também uma casa importante para a inovação social, que toca pontos que têm a ver com a inovação em geral, como a inclusão digital”, afirma Maria Manuel Leitão Marques. Moedas acrescenta: “Eu vejo a Europa não como algo punitivo, mas como uma fonte de informação do melhor que se faz e hoje Portugal é líder em termos de inovação social”.

A iniciativa ainda não tem lugar nem data marcada, mas irá colocar Portugal no centro de um sector para o qual o país conta já com um envelope de 150 milhões de euros dos fundos estruturais para projectos nesta área, através de diferentes linhas de capacitação, sejam os títulos de impacto social, as parcerias ou o fundo de inovação social.

Os destinatários destas verbas são as organizações do sector social que estão a nascer, ou que precisam de ganhar escala ou reforçar as suas competências, assim como empresas que tenham produtos ou serviços com impacto social, explica Maria Manuel Leitão Marques, dando exemplos como a Coloradd, uma empresa que desenvolveu um produto para daltónicos.

“Tem é de haver sempre um elemento de inovação, que procure soluções novas mas ligadas a resultados”, sublinha, lembrando que algumas destas linhas de crédito são em primeira linha financiadas por investidores sociais, que só em função dos resultados podem reaver o seu capital e voltar a investir. São os chamados títulos de impacto social e há já casos concretos no país.

“Muitos destes instrumentos financiam soluções que já deram provas de impacto social mas que precisam de um reforço para crescer ou para se replicar, ou mesmo replicar ideias de outros países”, acrescenta.

LabX, testar para inovar

Outro tema de conversa entre Moedas e Leitão Marques foi a inovação no sector público, de que a ministra é especialista reconhecida internacionalmente. “Criamos um laboratório para esse efeito para o sector público para facilitar a vida do cidadão na relação com a administração pública”, referindo-se ao LabX, cuja ideia é “prototipar, experimentar, fazer a prova do conceito como fizemos para com o cartão do cidadão” antes de colocar em prática novos instrumentos de modernização administrativa.

O LabX é um projecto candidato a fundos europeus Horizonte 2020 e está ligado ao LabConections, uma rede de laboratórios semelhantes que há na Europa e na Comissão Europeia, e já tem projectos em curso, como o balcão do óbito ou o balcão do desemprego.

No âmbito da Administração Pública, o Governo deu também sequência aos espaços do cidadão criados pelo anterior executivo para ajudar os mais velhos, com mais dificuldades de acesso ao digital, a ter um espaço online nas juntas de freguesia para acesso aos serviços públicos digitais.

Maria Manuel Leitão Marques lembrou que este processo de modernização administrativa começou em 1999 com as Lojas do Cidadão, um projecto que ganhou prémios internacionais, incluindo três das Nações Unidas, e que atravessou todos os governos. “Houve um momento em que parou um bocadinho mas no final foi retomado, os espaços do cidadão renovaram a ideia do balcão multisserviços e deram-lhe uma outro alento e nós continuamos o projecto sem sequer mexer nos protocolos firmados”, disse.

Na sua opinião, esta política de modernização administrativa “não se faz numa legislatura, tem de ter continuidade”. Também aqui a sintonia é grande entre a ministra e o comissário, que salientou que se trata de uma tarefa, não só dos países, mas também das instituições europeias.

Para a ministra, o reconhecimento internacional destes programas é fundamental porque “Portugal compete no mundo, não apenas pelas suas empresas, pelas exportações e economia, mas também pela administração pública moderna, pela sua capacidade de reduzir custos administrativos para as empresas e para os cidadãos, pela sua capacidade de ser inclusivo e ter uma sociedade socialmente coesa”. Os países também são isso, diz: “A sua qualidade de vida, a segurança, os indicadores de igualdade e a qualidade dos seus serviços públicos”.

Moedas acrescenta mesmo que “conseguir ter serviços públicos que funcionam bem são também uma atracção ao investimento privado, importantíssimo para a economia”. “Quanto mais a eficiência da administração portuguesa for conhecida lá fora, mais investimento pode captar. É um ecossistema que ajuda um país a ser mais inovador e que, ou funciona, ou não funciona”, salienta.

Desenvolvimento e inovação social em debate – tecnologias assistivas: mobilidade e moda inclusivas
Publicado em 30/11/2016 às 15:23

http://noticias.ufsc.br/event/desenvolvimento-e-inovacao-social-em-debate-tecnologias-assistivas-mobilidade-e-moda-inclusivas/

O Núcleo de Desenvolvimento Regional e Inovação (NUDRI) promove o evento “Desenvolvimento e inovação social em debate - tecnologias assistivas: mobilidade e moda inclusivas”. O encontro será nesta quarta-feira, 30 de novembro, às 18h, no Auditório da Sede Acadêmica da UFSC – Campus de Blumenau

Entre os palestrantes estão os professores da UFSC/Blumenau Grazyella Cristina Oliveira de Aguiar e Daniel Alejandro Ponce Saldías, e o engenheiro Ângelo Marcos Gil Boeira.

 

O aplicativo de empreendedoras e empreendedores negros.
Publicado em 20/11/2016 às 19:43

http://www.kilombu.com/

O aplicativoKilombu

  A proposta é simples. Pretendemos unir duas pontas: A primeira ponta são as empreendedoras e os empreendedores em sua diversidade de atuação. Estes podem ser: trançadeiras, turbanteiros, pedreiros, escritores, donos de lojas e etc.; Na outra ponta, temos os consumidores interessados em usar um serviço ou produto feito, comercializado ou distribuído por nossos anunciantes.

Uma iniciativa como esta, se mostra providencial, quando observamos a situação do afroempreendedor brasileiro, evidenciada em notíciaveiculada pelo portal de notícias G1: “Dados processados pelo Sebrae a partir da PNAD 2013 revelam a distinção entre empresários negros e brancos. Enquanto 78% dos empreendedores declarados brancos são empregadores, entre os negros o número corresponde a 9%. Os demais (91%) são classificados como empresários por conta própria – aqueles que trabalham sozinhos ou com sócio, mas não contam com empregados remunerados.”.

Por essa razão, pretendemos potencializar empreendedores negros tornando-os ainda mais qualificados em suas zonas de atuação a fim de promover uma maior igualdade de oportunidades. O Kilombu é, portanto, uma ação afirmativa, que objetiva ajudar a construir uma sociedade mais plurarista.
“As ações afirmativas no Brasil partem do conceito de equidade expresso na constituição, que significa tratar os desiguais de forma desigual, isto é, oferecer estímulos a todos aqueles que não tiveram igualdade de oportunidade devido a discriminação e racismo” conforme consta no site da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR). Ações como esta possuem um caráter temporário, atuando enquanto perdurem as desigualdades.
Vale ressaltar que “em 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por unanimidade que as ações afirmativas são constitucionais e políticas essenciais para a redução de desigualdades e discriminações existentes no país” ainda segundo informações disponibilizadas pela SEPPIR.

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