Tecnologias Inclusivas e Inovação Social
  • Financiamento para a Inovação Social

    Publicado em 25/05/2017 às 9:39

    http://www.globalinnovation.fund/

    Inscricao: Applicants must apply at any time, and GIF will accept and review
    applications on an ongoing rolling basis.

    The Global Innovation Fund (GIF) is nonprofit innovation fund headquartered in
    London. The GIF invests in social innovations that aim to improve the lives
    and opportunities of millions of people in the developing world. GIF supports
    breakthrough solutions to global development challenges from social
    enterprises, for-profit firms, non-profit organisations, international
    organisations and researchers.
    The GIF Funds invests in a range of innovations with strong potential for
    social impact at a large scale. GIF defines ‘innovation’ broadly to include
    new business models, policy practices, technologies, behavioural insights, or
    ways of delivering products and services that benefit the poor in developing
    countries, any solution that has potential to address an important development
    problem more effectively than existing approaches. GIF is interested in
    innovations that enable greater social impacts to be achieved compared to
    current practices.

    The Fund welcomes innovations that address any major development challenge in
    any developing country:
    1.Organisation type: anyone may apply, including social enterprises,
    for-profit companies, non-profit organisations, government agencies,
    international organisations, and researchers in any country;
    2.Sector: GIF is open to funding innovations in any sector as long as
    applicants can show that their innovation improves the lives of those living
    on less than US$5.00 PPP per day, especially less than US$2.00 PPP per day;
    3.Location: GIF funds innovations implemented in developing countries.

    Funding ranging from US$50,000.00 to US$15,000,000.00:
    1.Pilot: the innovation is still in an early phase. The maximum GIF can fund
    per pilot is US$230,000.00;
    2.Test and Transition: the innovation has completed initial testing and is now
    transitioning to larger scale. The maximum GIF can fund per intervention is
    US$2,300,000.00, although the average investment size is smaller;
    3.Scale: the innovation has solid operational, social and financial viability.
    The maximum GIF can fund per innovation is US$15,000,000.00, although the
    average investment size is much smaller.

    Mais informacoes em http://www.globalinnovation.fund/our-approach


  • Fundação Lemann e Universidade do Sul da Califórnia oferecem bolsas para empreendedores sociais

    Publicado em 05/05/2017 às 15:51

    Fundação Lemann e Universidade do Sul da Califórnia oferecem bolsas para empreendedores sociais

     


  • Manual para Transformar o Mundo – 2ª edição 2016

    Publicado em 05/05/2017 às 15:48

    Manual para Transformar o Mundo – 2ª edição

    Manual para Transformar o Mundo – 2ª edição

    2016 – segunda edição

    Guia desenvolvido pelo Instituto de Empreendedorismo Social que propõe uma metodologia para a construção de projetos com impacto social, partindo de problemas negligenciados da sociedade. Ao longo dos dez capítulos que compõem este manual, o empreendedor é desafiado a construir o seu projeto com base em critérios como a Proposta de Valor, a Sustentabilidade, a Conceção do Piloto ou a Comunicação. São também incluídos vários exemplos de projetos de empreendedorismo social bem-sucedidos e uma ficha prática para aplicar ao projeto no final de cada um dos capítulos. A segunda edição do Manual foi lançada em 2016, estando disponível nas línguas portuguesa e inglesa.

     


  • Vencer o desafio da inovação social – Filipe Santos

    Publicado em 05/05/2017 às 15:45

    Vencer o desafio da inovação social

    Os empreendedores e inovadores sociais devem ser acarinhados e apoiados, pois é da sua criatividade, humanidade e capacidade de transformar a sociedade que depende o nosso bem-estar futuro.

    “Portugal é pioneiro na dinamização do empreendedorismo e inovação social”

    Vivemos num mercado global dinamizado pelo empreendedorismo e inovação. A economia digital facilita que cidadãos possam canalizar as suas paixões e capacidades para iniciativas empresariais que ganham vida própria e crescem ao terem sucesso no mercado, ocupando novos nichos, transformando modelos de negócio e criando novas indústrias. Isto por sua vez leva as empresas já estabelecidas a serem também mais inovadoras e a renovarem os seus produtos e processos para se manterem competitivas. O empreendedorismo é, portanto, o motor descentralizado que faz a Economia avançar.

    No entanto, o capitalismo de mercado, ao mesmo tempo que gera crescimento e bem-estar, tende a aumentar as desigualdades económicas, consome recursos ambientais escassos, e fomenta fenómenos de exclusão social. E onde o mercado falha em promover o bem comum o Estado deveria atuar. Durante décadas vivemos na crença de que o Estado Social trataria de todos estes problemas. Hoje é claro que isso não é possível pois, por um lado, não há recursos públicos suficientes e, por outro, é difícil a inovação surgir de forma sistemática no seio da administração pública que funciona de forma muita centralizada. O setor da Economia Social, por seu lado, tem tido um papel fundamental no combate à pobreza e na promoção da inclusão social, mas debate-se com desafios de sustentabilidade, nomeadamente uma necessidade líquida de financiamento de mais de 400 milhões de euros por ano, dificuldade na retenção de quadros médios de gestão, e a necessidade de renovação dos seus produtos e serviços.

    Para um progresso equilibrado da sociedade é necessário desenvolver, a par com o empreendedorismo orientado para o lucro, outro motor de inovação descentralizado que seja focado na resolução de problemas sociais e ambientais, em áreas onde o mercado falha e as políticas públicas são negligentes ou ineficientes. Esse outro motor é o empreendedorismo social, alimentado pela busca incessante do ser Humano, em dar sentido à vida através da geração de impacto positivo. Felizmente que o empreendedorismo social tem raízes profundas na nossa sociedade civil e está cada vez mais ativo em Portugal.

    Os dados do Global Entrepreneurship Monitor de 2016, o maior inquérito mundial na área do empreendedorismo, revelam que 3.2% da população Portuguesa em idade ativa está a lançar organizações de missão social. Isto significa que 160,000 pessoas estão a procurar empreender para criar um mundo melhor. A maioria destes 160,000 potenciais empreendedores sociais são jovens que procuram desenvolver uma carreira que alie a sustentabilidade económica a uma vida com significado e impacto através da inovação ao serviço da sociedade. Destes, 60% desenvolvem modelos com algum grau de inovação e um terço estão a desenvolver ofertas com viabilidade comercial, mas assumindo uma missão social.

    Algumas destas iniciativas nascidas em Portugal começam a dar cartas a nível internacional e a exportarem as suas soluções. Por exemplo, o Dr. Gummy tem já encomendas internacionais para as suas gomas saudáveis e recebeu este ano investimento de impacto para a construção de uma fábrica; o ColorAdd tem dezenas de parcerias internacionais para colocação do seu código universal de cores para daltónicos em múltiplos produtos e serviços; o Speak está já presente em seis cidades Portuguesas com o seu modelo de ensino de línguas e partilha de culturas com o objetivo de integrar migrantes e refugiados e está agora a replicar o seu modelo na cidade Italiana de Turim; o Patient Innovation tem milhares de utilizadores internacionais para o seu modelo de inovação em práticas médicas com origem nos utilizadores e realizou em 2016 uma tournée de divulgação mundial; a Sun-Concept concebeu de raíz uma linha de barcos inteiramente movidos a energia solar e está a representar Portugal num concurso mundial de empreendedorismo de impacto. Estes são apenas alguns dos projetos de inovação social Portugueses com potencial de impacto global. São exemplos nacionais de um novo segmento de empresas sociais de elevado potencial que está a emergir em todo o Mundo e é hoje um foco prioritário para as políticas europeias orientadas para a obtenção de um crescimento sustentável e inclusivo.

    Mas a inovação social não se pode limitar à criação de start-ups sociais. É um processo de inovação na sociedade que nasce da ação de indivíduos em pequenos projetos, mas pode ser incubada e crescer em diferentes contextos – setor social, empresas, setor público e academia. Por exemplo, o Speak foi incubado numa associação e o Patient Innovation nasceu de um projeto de investigação da CATÓLICA-LISBON. Além disso, quando novos e complexos desafios se levantam à sociedade, a inovação social em escala pode exigir modelos colaborativos de atuação inter-setorial. Por exemplo, para abordar o desafio da integração de refugiados, inovadores no seio da Economia Social assumiram a liderança criando uma rede – A Plataforma para os Refugiados – que promove respostas eficazes articulando cidadãos, organizações sociais e serviços públicos.

    Onde quer que desenvolvam o seu trabalho, os empreendedores e inovadores sociais devem ser acarinhados e apoiados, pois é da sua criatividade, humanidade e capacidade de transformar a sociedade que depende o nosso bem-estar futuro. Felizmente que, em termos de políticas públicas de apoio aos empreendedores sociais, Portugal tem hoje um dos mais completos e ambiciosos programas da Europa continental – A Portugal Inovação Social. Este programa tem um financiamento de 150m euros de fundos europeus e está orientado para a capacitação de iniciativas de impacto social, para a contratualização de resultados em áreas de política pública, e para a mobilização das competências e financiamento do setor privado no apoio a projetos de impacto social, tanto numa lógica filantrópica como de investimento.

    As grandes empresas têm também um papel importante a desempenhar na área da inovação social. Empresas multinacionais como a Unilever, a Danone, a Novartis, a Natura, a Lafarge ou a Schneider, crescentemente incubam no seu seio ou investem em projetos de impacto social, abrindo novos mercados para clientes que não conseguiam aceder a produtos e serviços essenciais, ou lançando projetos de valor partilhado que beneficiam a sociedade de forma direta. Em Portugal, há empresas que começam a praticar a inovação social de forma sistemática e estruturada, como é o caso da aposta do grupo Nabeiro na educação para o empreendedorismo ou da José de Mello Saúde com um programa de capacitação de famílias e cuidadores para a temática da hiperatividade e deficit de atenção nas crianças. Existem outras empresas que estão a iniciar um trabalho profundo de posicionamento e definição estratégica na área do impacto social.

    A Academia tem também um papel relevante a desempenhar, desenvolvendo as bases de conhecimento e ferramentas práticas que capacitem os empreendedores sociais e facilitem o seu trabalho. Nesse contexto, a CATÓLICA-LISBON vai lançar a 8 de maio de 2017 uma cátedra em empreendedorismo social, a qual vou liderar, e que será uma área de investigação, ensino, e prática para apoio à inovação e empreendedorismo social em Portugal e no mundo.

    Em resumo, vencer o desafio da inovação social requer a colaboração de todos os setores – público, social, empresarial e académico – na dinamização de um verdadeiro ecossistema de inovação social e investimento social. Os empreendedores sociais representam um imenso potencial de inspiração, conhecimento e energia que urge aproveitarmos enquanto sociedade para o desenvolvimento de um modelo de capitalismo mais humano, mais centrado nas pessoas e no planeta, e mais focado na criação de valor para a sociedade.

    Professor na Católica-Lisbon School of Business & Economics, Cátedra Católica-Lisbon em Empreendedorismo Social


  • Projeto Tecnologias Sociais para a Gestão da Água (TSGA)

    Publicado em 25/04/2017 às 23:52

    No dia 5 de maio será entregue o prédio do Centro de Tecnologias Sociais para Gestão da Água (Cetragua), construído no Campus Florianópolis da UFSC. A construção do Centro faz parte das ações do Projeto Tecnologias Sociais para a Gestão da Água (TSGA)desenvolvido em duas etapas (2007- 2009 e 2013 a 2017) com o objetivo de fortalecer o uso sustentável da água. O projeto foi patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental e executado pela UFSC, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que em conjunto com parceiros de comunidades da área rural catarinense, investiram suas experiências no desenvolvimento de ciência, tecnologia e cidadania para a melhor gestão social dos recursos hídricos.

    O Cetragua abre a perspectiva para o desenvolvimento de novos projetos envolvendo atividades de pesquisa, extensão e ensino em uma dinâmica participativa, integradora, cooperativa e colaborativa, buscando agregar pessoas e instituições com o objetivo comum de promover a gestão sustentável da água.

    A edificação foi projetada considerando princípios de sustentabilidade ambiental com implantação de estruturas para aproveitamento de água da chuva, telhado verde, sistemas de iluminação e ventilação com baixo impacto energético e materiais construtivos alternativos. O seu projeto recebeu o certificado Procel/Anell de Eficiência Energética.

    http://noticias.ufsc.br/2017/04/construcao-do-centro-de-tecnologias-sociais-para-gestao-da-agua-faz-parte-de-projeto-da-ufsc/

    http://tsga.ufsc.br/


  • Webinar: Social Enterprise and Women’s Empowerment

    Publicado em 01/04/2017 às 19:44
    • Saiba mais sobre as correlações entre negócios sociais e empoderamento feminino neste webinar realizado pela Aspen Network of Development Entrepreneurs (ANDE) em parceria com o British Council. Serão debatidos temas como: Por que as mulheres estão escolhendo os negócios sociais? Os negócios sociais são uma plataforma eficaz para o empoderamento feminino? As mulheres têm acesso igualitário aos recursos necessários para desenvolver negócios sociais? Até que ponto os negócios sociais desafiam ou reforçam estereótipos de gênero? Os negócios sociais estão promovendo uma mudança de percepção e comportamento dos homens em relação às mulheres? Na ocasião, também serão apresentados os resultados preliminares de uma nova pesquisa sobre o tema comissionada pelo British Council, com foco no Reino Unido, Brasil, Estados Unidos, Índia e Paquistão. Aproveite esta oportunidade e participe! A inscrição no webinar é gratuita. Todo o evento será realizado em inglês, sem tradução.
    • https://www.britishcouncil.org.br/events/webinar-social-enterprise-womens-empowerment

    Jovem mulher negra com cabelos trançados e coloridos sorri enquanto trabalha em seu notebook. Foto: Mat Wright/British Council.


  • Site conecta brasileiros com imigrantes

    Publicado em 25/03/2017 às 16:43

    http://conectados.cc/

    http://g1.globo.com/mundo/noticia/site-conecta-brasileiros-com-imigrantes-que-oferecem-aulas-de-idiomas-danca-comida-tipica-e-outros-servicos-em-sp.ghtml

    Francês, espanhol, percussão, dança árabe, bonecas africanas, música congolesa, artesanato boliviano, doces sírios, comida haitiana… Imigrantes que chegam ao Brasil trazem na bagagem conhecimentos que podem render um rico intercâmbio cultural com quem mora aqui.

    Um site recém-lançado reuniu o perfil de mais de 100 deles, vindos de 19 países diferentes e com domínio de idiomas, culinária e habilidades artísticas, para conectá-los com brasileiros que queiram contratar seus produtos e serviços.

    O site Conectados, que reúne o perfil de mais de cem imigrantes, é dividido em sessões como Dança, Culinária, Música e Pintura (Foto: Reprodução/conectados.cc)

    O site Conectados, que reúne o perfil de mais de cem imigrantes, é dividido em sessões como Dança, Culinária, Música e Pintura (Foto: Reprodução/conectados.cc)

    A plataforma, chamada Conectados, foi criada em conjunto por duas ONGs brasileiras: a Bela Rua e a Conexão Cultural. “Víamos o mundo se fechando cada vez mais para os imigrantes, tratando essa questão de forma muito ruim, e quisemos criar um projeto que incentivasse a troca entre eles e os brasileiros, algo que fosse bom para todos os lados. Essa diversidade é muito importante para a cidade”, afirma Juliana Barsi, diretora executiva da Bela Rua e uma das idealizadoras do projeto.

    O site é focado em estrangeiros que vêm de países com alguma vulnerabilidade, seja social, econômica, política ou ambiental – o que inclui refugiados de guerra, mas não só eles.

    Por enquanto, todos os serviços oferecidos são em São Paulo. Futuramente, a ideia é expandir para outras cidades brasileiras.

    Cadastro gratuito

    Muitos dos imigrantes cadastrados no site foram indicados por instituições que trabalham com esse público. Todos passaram por uma entrevista. Há desde pessoas que já empreendem no Brasil há algum tempo até outras que acabaram de chegar. A partir de agora, estrangeiros que queiram oferecer seus serviços pelo site devem entrar em contato pelo formulário que fica na parte de baixo do site.

    Natural do Togo, Sassou Espoir Ametoglo dá aulas de dança africana e zumba em SP (Foto: Leticia Godoy/Divulgação/Conectados)

    Natural do Togo, Sassou Espoir Ametoglo dá aulas de dança africana e zumba em SP (Foto: Leticia Godoy/Divulgação/Conectados)

    Eles não pagam nada para serem incluídos, e a plataforma também não fica com nenhuma porcentagem do valor dos serviços ou produtos contratados. O interessado é colocado em contato diretamente com o profissional.

    Segundo Barsi, o grupo busca patrocínio para, numa segunda fase, oferecer cursos de capacitação (em empreendedorismo, por exemplo) para os imigrantes cadastrados.

    Ela diz que a aceitação inicial ao projeto, que foi ao ar há duas semanas, surpreendeu. “O site está tendo muitos acessos. Recebemos diariamente e-mails de pessoas que gostaram da plataforma, e alguns ‘conectados’ já têm recebido ligações de gente interessada nos serviços. O retorno está sendo melhor do que esperávamos”, afirma.


  • I Seminário DESIS: Vocações Regionais e Desenvolvimento Socioeconômico

    Publicado em 18/03/2017 às 18:40

    O Núcleo de Estudos para Desenvolvimento Econômico Sustentável e Inclusão Social (DESIS) em parceria com o Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (NECAT) convidam para o I Seminário DESIS: Vocações Regionais e Desenvolvimento Socioeconômico.


  • “on demand economy” – Economia Colaborativa

    Publicado em 20/02/2017 às 19:32

    http://tab.uol.com.br/mundo-compartilhado/#imagem-6

     

    Economia Colaborativa


  • Edital Negócios Inclusivos e/ou Sociais

    Publicado em 14/02/2017 às 19:31

    http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/noticias/aberta-chamada-de-casos-de-negocios-de-impacto-social-incluir-2017,4f02016d56e1a510VgnVCM1000004c00210aRCRD

    Inscrições ate 3 de abril de 2017

    O Programa das Nacoes Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e o Sebrae convidam
    empreendedores e potenciais empreendedores, rurais e urbanos, potenciais
    empresarios, produtores rurais, MEI, micro e pequenas empresas a apresentar
    suas ideias, casos e boas praticas em negocios inclusivos e/ou sociais.

    O objetivo da chamada e mapear e reconhecer modelos de negocios comprometidos
    com a geracao de impacto positivo para a sociedade e com a inclusao
    socioeconomica de cidadas e cidadaos de menor renda.

    Categorias:

    Ideia Inovadora
    Negocio com solucoes de impacto social
    Negocio com solucoes de impacto ambiental(Positivo)
    Negocio de impacto em Escala
    Negocio inclusivo em Cadeia de Valor
    Negocio Rural de Impacto

    Ainda tera reconhecimento especial  para casos que tenham particular destaque
    em temas relevantes :

    Mulheres de Impacto
    Juventude de Impacto
    Solucoes para a Melhor Idade
    Integracao dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável)

    Mais informacoes em https:
    //www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/noticias/aberta-chamada-de-casos-de-neg
    ocios-de-impacto-social-incluir-2017,4f02016d56e1a510VgnVCM1000004c00210aRCRD