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Minicurso: FILOSOFIA DA TECNOLOGIA
http://lefis.ufsc.br/
Minicurso: FILOSOFIA DA TECNOLOGIA
Ministrante: Alberto Cupani
Carga horária total: 20 horas
Período: todas as terças feiras de 13/09 a 11/10
Horário: das 14h as 18h
Objetivo: fornecer uma introdução aos estudos filosóficos sobre a tecnologia
Ementa: Ciência, técnica, tecnologia. Dimensões da tecnologia. Diversos enfoques filosóficos da tecnologia: analítico, fenomenológico, crítico. Tecnologia e poder. Tecnologia e culturas. Determinismo tecnológico. Limites da tecnologia.
Bibliografia:
Cupani, A. 2011 Filosofia da Tecnologia. Um convite. Florianópolis: Ed. da UFSC
Dusek, Val 2009 Filosofia da Tecnologia. São Paulo: Ed. Loyola
Mitcham, C. 1994 Thinking through Technology. The path between Engineering and Philosophy. Chicago: The University of Chicago Press.
Mitcham, C. & MacKay, R. (ed.) 1983 Philosophy and Technology. New York: The Free press.Avaliação: Mediante um relatório final.
Número de vagas: 24
Local: Sala do Lefis na E.E.M. Simão Hess
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V Simpósio Internacional desigualdades, direitos e políticas públicas
O evento é uma realização bianual do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unisinos (PPGCS), tendo como temática central as desigualdades sociais e suas formas de superação. Nessa sua 5ª edição, o evento incorpora uma linha de cooperação internacional do PPGCS, atinente a alternativas econômicas, a seus protagonistas e a suas ações na sociedade civil e na esfera pública, particularmente no âmbito da Economia Social e Solidária. Esse campo de estudos agrega duas redes internacionais, RILESS e EMES, que trazem para o evento intelectuais de prestígio internacional, especialistas e acadêmicos de diversos países. O V Simpósio estará integrado à I Conferência Internacional RILESS-EMES, constituindo um momento privilegiado de enlace, ao congregar pesquisadores, estudantes e profissionais de diversas áreas, para apresentarem trabalhos e tomarem parte de debates sobre os novos protagonismos e alternativas sociais de combate às desigualdades, ampliação dos direitos humanos, organização econômica e inovação das políticas públicas. Conferências de intelectuais reconhecidos, como Ladislau Dowbor (Brasil), Jean-Louis Laville (França) e José Luis Coraggio (Argentina), além de pesquisadores de referência nos temas do evento, integram o programa. Grupos de Trabalho, organizados em seis linhas temáticas e abertos a comunicações em português, espanhol e inglês, completam a programação.
Veja mais em http://www.unisinos.br/eventos/v-simposio-internacional-desigualdades-direitos-e-politicas-publica-ex122514-00001
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Razões para temer a Inovação
http://sur.conectas.org/cinco-razoes-para-temer-inovacao/
RESUMO
Nos últimos anos, inovação se transformou em uma palavra da moda. O conceito tem cada vez mais sido enfatizado por financiadores, e, consequentemente, organizações não governamentais (ONGs) estão começando a prestar atenção a ele, mas, geralmente, com certa relutância e cinismo.
Com a intenção de melhor entender as origens da inovação e por que ONGs de direitos humanos tendem instintivamente a resistir a ela, Lucia Nader e José Guilherme F. de Campos entrevistaram mais de uma centena de ativistas e defensores de direitos humanos.
Neste artigo, eles apresentam os resultados da pesquisa e discutem as cinco maiores preocupações com inovação que foram identificadas nas entrevistas, notadamente que (1) é simplesmente uma palavra em voga no setor privado do Norte Global; (2) não existe uma necessidade real de inovar quando se está lutando pelos direitos humanos uma vez que os princípios fundamentais do movimento não mudam; (3) é injusto testar conceitos inovadores naqueles que os movimentos de direitos humanos procuram proteger; (4) inovação gera mais violações de direitos; (5) inovação gera incertezas, o que os financiadores geralmente não gostam.
Ao analisar cada uma dessas preocupações e apresentar contra-argumentos, os autores concluem o artigo sugerindo cinco perguntas que as organizações devem se fazer antes de embarcar no processo de inovação.
PALAVRAS-CHAVE
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UNESCO destaca importância da Filosofia para inclusão e sustentabilidade mundial
Para chefe da agência da ONU, “em um mundo de múltiplas rupturas, a filosofia desempenha um papel essencial no pensamento e na ação pela dignidade humana e harmonia”.
Marcando o Dia Mundial da Filosofia, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, pediu nesta quinta-feira (21) a todos os profissionais, autores e professores no mundo para desencadear o poder do pensamento crítico e pediu à comunidade internacional que se envolvesse em diálogos para ajudar a encontrar soluções comuns para os desafios que compartilhamos.
“Este dia é um convite para repensar as condições de inclusão e sustentabilidade na medida em que as sociedades estão cada vez mais diversificadas e interligadas entre si e com o meio ambiente”, disse Bokova em sua mensagem para o Dia, que este ano tem como o tema “Sociedades inclusivas, Planeta Sustentável”.
“Em um mundo de diversidades, a inclusão vem mais do que nunca a partir do diálogo e do respeito pela justiça, dignidade e direitos humanos”disse. “Em um mundo de múltiplas rupturas, a filosofia desempenha um papel essencial no pensamento e na ação pela dignidade humana e harmonia”, acrescentou Bokova. Segundo a diretora-geral, a filosofia também nos lembra que os recursos da mente “são os únicos recursos que temos verdadeiramente renováveis”.
Na sede da UNESCO em Paris, a celebração do Dia foi marcada por um debate com ilustres filósofos e estudiosos, incluindo Tanella Ms. Boni (Costa do Marfim), Ioanna Kuçuradi (Turquia) e Yves Charles Zarka (França).
Moderada por Ali Benmakhlouf (Marrocos), professor de Filosofia árabe na Universidade de Paris, a mesa redonda abordou as crescentes desigualdades entre ricos e pobres dentro e entre muitos países e o desenvolvimento sustentável. Discutiu-se conceitos de justiça social, solidariedade, exclusão e inclusão em diferentes sociedades, bem como as questões relacionadas à vulnerabilidade de vários grupos – incluindo mulheres, crianças, jovens, pessoas com deficiência, minorias, povos indígenas, migrantes, refugiados, pessoas que vivem na pobreza – e as interfaces entre esses problemas e o desenvolvimento sustentável.

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10ª Mostra Cinema e Direitos Humanos no Mundo – Campus Araranguá/UFSC
Secretaria de Especial de Direitos Humanos – SDH/PR
Universidade Federal de Santa Catarina – Campus Araranguá/SC
Secretaria de cultura e Arte/UFSC – SECARTE – Bolsa Cultura 2016
Sinopse dos filmes em: http://mostracinemaedireitoshumanos.sdh.gov.br/2015/democratizando/
Ponto de exibição selecionado: Campus UFSC – Araranguá/SC
Unidade Jardim das Avenidas
29/06/2016 – quarta Local
Sala 118 – Jardim das Avenidas
30/06/2016 – quinta Local
Auditório – Jardim das Avenidas
Horário 16:00 – 18:00 horas Sessão 3- DVD 3 Do meu lado – 14 min
500 – Os Bebês roubados pela ditadura Argentina – 100 min
18:00 – 20:00 horas Sessão 1- DVD 1 Abraço da Maré – 16 min
Félix, o herói da Barra – 72 min
Sessão 4- DVD 2 O muro é o meio – 15 min
Porque temos esperança – 71 min
20:00 – 22:00 horas Sessão 2- DVD 2 O muro é o meio – 15 min
Porque temos esperança – 71 min
Sessão 5 – DVD 3 Do meu lado – 14 min
500 – Os Bebês roubados pela ditadura Argentina – 100 min
Evento Gratuito – Aberto a comunidade em geral.
Os participantes receberão certificado de atividades complementares: 02 horas cada sessão.
Contato: posticsenasp@contato.ufsc.br – Fone: (48) 3721-6250 (14:00 às 17:00)
Coordenador da Atividade: Prof. Giovani Lunardi – giovani.lunardi@ufsc.br
Equipe: Natana Lopes Pereira (TIC), Lucas Koenig Schmidt (TIC), Marcela Morales De Franceschi (TIC), Gabriela Leopoldino (FISIOTERAPIA), Victoria Nunes de Almeida (FISIOTERAPIA).
Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/1gnIP4_igaTehk_DIpL0Y4l3Cph1TOzQaFTe1_A3C4yA/viewform
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Inovações Positivas – Inovações com alto impacto Social e Ambiental
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Projeto brasileiro coloca pessoas com surdez no mercado de trabalho
Cerca de um em cada quatro brasileiros declara ter alguma deficiência, de miopia a cegueira, segundo o IBGE. Dependendo da limitação, a pessoa tem dificuldade para se integrar onde trabalha.
É nesse gargalo que Larissa Majerowicz, 23, resolveu atuar enquanto estudava administração na FIA (Fundação Instituto de Administração), onde se formou em 2015.
Ela criou uma consultoria para que o setor produtivo consiga inserir –pra valer– funcionários deficientes nos times. O trabalho deu origem à startup Exceptional Journey, com foco em surdez (que atinge 5% dos brasileiros
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Energia solar em telhados gera renda e melhorias no sertão baiano
Residenciais com energia solar gerada nos telhados ultrapassaram a marca de R$ 2 milhões em receita obtida com a venda da energia elétrica à distribuidora local.
A reportagem foi publicada por Portal Brasil, 07-01-2016.
Com 9.144 placas fotovoltaicas instaladas nos telhados dos blocos com quatro ou seis apartamentos, os conjuntos vizinhos do Minha Casa Minha Vida, lar de mil famílias de baixa renda, têm potencial para produzir 2,1 Megawatts (MW), capazes de abastecer 3,6 mil domicílios por ano. Transformados na maior microusina de energia solar do País, os residenciais Praia do Rodeadouro e Morada do Salitre, em Juazeiro, no sertão baiano, ultrapassaram a marca de R$ 2 milhões em receita obtida com a venda da energia elétrica à distribuidora local.
Os 5,465 Gigawatts-hora (GWh) comercializados renderam R$ 2,27 milhões líquidos entre fevereiro de 2014 e novembro de 2015 — os dados podem ser acompanhados pelo site, com defasagem de um dia. Desse bolo, uma fatia de 60% vai para o bolso das famílias, 30% são aplicados num fundo para o condomínio e a associação de moradores e os 10% restantes pagam as despesas de manutenção dos residenciais.
Investimento
Em dinheiro, o fundo de investimento arrecadou R$ 683 mil no período, o que lhe permitiu bancar melhoramentos como a reforma e ampliação dos centros comunitários, antes ocupando quiosques abertos, além da instalação de sala de informática, parada de ônibus coberta, sinalização de trânsito e de serviços de atendimento médico, odontológico e psicológico.
Os investimentos foram decididos pelos próprios moradores via associação. E mais: não há taxa de condomínio, e cada família recebeu R$ 1.366 até novembro de 2015, ou uma média de R$ 62 mensais, valor suficiente para cobrir as prestações mensais do programa Minha Casa Minha Vida, que variam de R$ 25 a R$ 80.
Modelo Sustentável
O Fundo Socioambiental Caixa investiu R$ 6 milhões em recursos não reembolsáveis no projeto, implantado pelaBrasil Solair, que entrou com contrapartida de R$ 880 mil. A empresa também instalou seis torres de microgeração eólica, que produzem a energia que abastece as áreas comuns dos condomínios.
“Os resultados desse projeto são surpreendentes e nos motivam a buscar novos modelos de negócio para promover a sustentabilidade dos condomínios do Minha Casa Minha Vida”, afirmou Mara Alvim Motta, gerente executiva da Gerência Nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da Caixa.

PARA LER MAIS:
- 06/01/2016 – Brasil estará entre os 20 países com maior geração solar em 2018
- 26/11/2015 – Energia solar no campus universitário
- 15/10/2015 – Energia solar representará 4% da potência total até 2024
- 30/09/2015 – Investir em energia solar custa 8 vezes menos que em termelétricas, diz WWF
- 23/07/2015 – Brasil tem oportunidade de ser protagonista em energia solar
- 15/07/2015 – Painel solar pode gerar até 24% mais energia que a média consumida por uma casa no Paraná
- 07/04/2015 – O governo não quer que você tenha painéis solares em casa
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Projeto Inclusão Digital Indígena já alcançou 11 aldeias
O Projeto Inclusão Digital Indígena Nacional garantiu a formação, até março de 2016, de mais de 300 jovens em cursos de informática e produção audiovisual. Financiado pelo Ministério das Comunicações, por meio da Secretaria de Inclusão Digital, e desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a iniciativa já alcançou 11 aldeias no País, selecionadas por já possuírem escolas estaduais com redes de internet instaladas.
Os resultados alcançados nos quatro anos do programa foram apresentados esta semana ao secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Francisco Ibiapina.
De acordo com Rafael Poddixi, um dos articuladores do projeto, a adesão da juventude indígena tem aumentado ao longo dos anos, com a capacitação continuada em novas tecnologias. “A circulação do conteúdo produzido na internet é um fator que motiva os alunos”, destacou.
Com o sucesso, a ação transformou-se, então, numa política de comunicação que permite aos participantes narrar suas histórias e difundir sua cultura com produções audiovisuais, a partir de vídeos, ensaios fotográficos e relatórios. “Esse conceito já vem crescendo mundialmente e já está consolidado em países como Austrália, Canadá, Bolívia, Equador e, recentemente, na Argentina”, completou.
Poddixi complementa que a medida também é importante para a valorização e preservação das culturas indígenas, além de possibilitar geração de renda para essas comunidades, respeitando a forma de organização de cada uma. “O mais importante é garantir que essas medidas não ocorram de forma isolada, mas que constituam pontos integrados”, concluiu. Ao todo são cinco cinco etnias (Tembé, Kaigang, Guarani, Tupiniquim, Apib), atendidas nos Estados do Pará, São Paulo, Paraná, Pernambuco e no Distrito Federal.
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Ex-bolsistas desenvolvem aplicativo para promover empoderamento feminino
A ferramenta desenvolvida pelas estudantes, EmpowerIt, é um aplicativo para impulsionar negócios gerenciados por mulheres ao redor do mundo. “O protótipo do nosso aplicativo foi desenvolvido para ajudar corporações a se conectarem com mulheres empresárias para fazerem negócio entre si. Permitimos que eles registrem seus negócios e façam o primeiro contato baseado nos resultados de buscas feitas por meio de alguns filtros específicos como setores da indústria ou certificações da empresa”, explica Brenda. “Nossa visão é tornar o EmpowerIt uma referência de ferramenta de negócios para a promoção do empoderamento feminino por facilitar a busca por negócios gerenciados por mulheres e possibilitar o primeiro contato entre os empresários em busca de novas parcerias.”


